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Notícia postada em 05/01/2011
Atrasos atingem 17,8% dos voos domésticos, diz Infraero
Das 409 partidas programadas até as 7h, 73 registraram atraso. Seis voos (1,5%) foram cancelados no período.

Do E8, em São Paulo
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A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) registra atrasos em 17,8% dos voos domésticos previstos para decolar até as 7h desta quarta-feira (5). Das 409 partidas programadas para o período, 73 registraram atraso superior a 30 minutos e seis (1,5%) foram canceladas.
A TAM é a companhia aérea com o maior número de voos com atraso e cancelados, segundo boletim da Infraero. Dos 146 voos domésticos que deveriam sair pela empresa, 50 (34,2%) tiveram atraso e três (2,1%) foram cancelados.
Em todo o país, a situação para passageiros que precisam deixar o Brasil também é complicada. Dos 27 voos internacionais previstos até as 7h, cinco (18,5%) registraram atraso e um (3,7%) foi cancelado. O cancelamento ocorreu no Aeroporto de Manaus.
Atrasos pelo país
Neste início de manhã, a situação nos aeroportos de São Paulo ainda é tranquila. Em Guarulhos, dos 26 voos previstos, um (3,8%) registrou atraso e um foi cancelado. Em Congonhas, não há registro de atrasos ou cancelamentos.
No Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, das 14 decolagens programadas até as 7h, três (21,4%) tiveram atraso e uma foi cancelada (7,1%). No Santos Dumont, nenhum voo registro atraso e apenas um dos 13 previstos foi cancelado.
Em Brasília, dos nove voos que deveriam sair até esta manhã, seis (66,7%) atrasaram e não houve cancelamentos.
Na capital mineira, no Aeroporto Tancredo Neves, dos 16 voos previstos, três (18,8%) registraram atrasos e também não houve cancelamentos. O Aeroporto da Pampulha não registra atrasos e teve apenas um dos três voos previstos cancelado.
Operação especial
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) prorrogou até sexta-feira, dia 7 de janeiro, a operação especial de fim de ano nos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Congonhas, em São Paulo, e Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
A operação começou em 17 de dezembro e deveria ter acabado na segunda-feira (3). O motivo para estender a fiscalização foi o grande fluxo de passageiros nesses terminais.


 
 
 
 
 
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